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28 de out. de 2009

A felicidade e a realização pessoal são coisas subjetivas e íntimas.


Neste dois dias, li 3 reportagens na Revista Época (aqui, aqui e aqui) sobre a felicidade feminina e realização pessoal da mulher. A principal fala de um estudo que diz que a cada ano que se passa as mulheres se sentem cada vez mais infelizes. Segundo o estudo, apesar dos avanços para nós mulheres no mercado de trabalho, condições de estudo, liberdade de escolha em temas de ordem afetiva, vivemos infelizes e insatisfeitas.
A pesquisa peca por generalizar algo que é muito pessoal e subjetivo. Pois o sentido de felicidade e realização pessoal é diferente para mim, diferente para a minha mãe, diferente para a minha irmã, diferente para o meu pai e etc. Cada um tem o seu conceito de felicidade e realização pessoal. E estes mesmos conceitos podem ser aplicados em diversas situações em uma mesma pessoa. Exemplo, minha mãe pode ser feliz e se sentir realizada em seu hobby e ao mesmo tempo triste e frustado em outro assunto.
No meu caso, não faço do casamento um objetivo de vida. Neste momento, casamento ou um relacionamento mais íntimo com alguém não é meu objeto de felicidade e realização pessoal. Quem sabe no futuro eu possa mudar de opinião. Para você pode ser. A mesma coisa com o trabalho. Pode ser que aquela promoção é meu objeto de desejo e realização pessoal. A questão é como atingir isto sem sacrificar os seus princípios e principalmente a sua saúde, porque sem saúde é quase impossível de se conseguir felicidade, mas ainda sim, é possível.
Isto também levanta outra questão: Buscamos a nossa felicidade e realização pessoal ou a aceitação das pessoas? Queremos casar porque queremos viver juntos ou irá casar porque a sociedade acha que é o correto, mesmo que não admitindo isto? Até que ponto as conquistas feministas viraram obrigação da mulher e não UM DIREITO DE ESCOLHA? Uma mulher pode se sentir realizada em não trabalhar. Se isto a deixa feliz é um direito e uma escolha dela. A sociedade não deve questionar e sim aceitar pois foi uma escolha dela e não da sociedade.
Mesmo assim, muitas mulheres, infelizmente, não conseguem ter o seu direito de escolha, pelas condições sociais e ambientais em que vivem. Porém não quer dizer que elas não tenham felicidade e realização pessoal. É como eu disse: É algo subjetivo e íntimo.
A sociedade também cobra dos homens algumas normas e se esquecem de perguntar se é isto que eles querem também. Talvez na pesquisa não apareça tanto homem dizendo que está infeliz e insatisfeito, mas por medo da opinião alheia não assume.
Por tudo isto é que eu acho que esta pesquisa é falha. Felicidade e satisfação pessoal são conceitos individuais. É como o DNA. Cada um tem o seu e é único, pessoal e intranferível.

25 de out. de 2009

"Novo lay"

Sim, "mudei de lay". Na realidade não foi bem uma mudada. Alterei as cores e a imagem daquele antigo que eu usava do Dicas Blogger. Sério, eu precisava mudar, ou iria começar a abandonar aqui novamente.

22 de out. de 2009

Batendo um papo sobre versão de música.

Quem me conhece da comunidade Maná BR no Orkut, sabe a minha posição a respeito de versões feitas pelos artistas brasileiros de músicas estrangeiras. Porque além das modificações toscas na letras (um caso bem clássico é a introdução de um trecho na versão de Bruno e Marrone para a música Si no te hubieras ido de Marco Antonio Solis, dando uma conotação romântica sendo que a música NÃO É ROMÂNTICA) tem a questão da autorização do detentor orginal da música para a versão. Neste post vou me aprofundar mais. O tema começou a me incomodar quando Chitãozinho & Xororó fizeram a versão da música Have You Ever Really Loved A Woman? do cantor canadense Bryan Adams. Se pegar a música traduzida do Bryan e a música da dupla brasileira (Versão Bryan - Versão BR)vão ver que as letras são quase que completamente diferentes, apesar da sonoridade parecida. A nossa dupla afirma que é uma versão da música do Bryan. Só que além da letra quase que completamente diferente, tem a questão dos direitos autorais. Minha irmã que é fanática pelo Bryan, a uns 7 anos atrás, ela entrava sempre no site dele e lá havia uma seção onde era postada todas as versões de suas músicas cantadas por outros artistas no mundo. Qual não foi a sua surpresa, e a minha também, que não havia indicação alguma da versão brasileira. Isto leva a crer que não houve autorização por parte do Bryan para a versão.
A questão sobre versão de músicas realmente é uma tema polêmico, visto que muitos artistas nacionais acham que só porque gostaram de uma determinada música pode-se fazer versão, o que não é bem assim. Fazer uma versão de uma música sem autorização também é crime de direito autoral, que seria uma Contrafação, que é passível de punição, normalmente o pagamento de indenização. Será que se ocorre-se ao contrário, nossos artistas gostariam de ver suas músicas tendo versões não autorizadas? Creio que não. Todo mundo tem telhado de vidro, mas na hora de ganhar parece que esquecem disto.
Atualmente uma banda que tem sofrido muito com a Contrafação, é a banda Maná, originária do México. A música Lábios Compartidos tem diversas versões em estilo forró (nada contra o estilo) e obviamente, sem a devida autorização da banda. Algumas bandas de forró chegam inclusive a plagiar a história que está por trás da música, tomando para si a idéia da letra, o que no mínimo é revoltante. E agora no sábado, descubro que a música Mentirosa da Banda Elefante tem a sua versão em português cantada pelo cantor Leonardo, o que me fez escrever este post.
Algumas pessoas apóiam as versões acreditando que os artistas nacionais ou gravadoras darão o devido crédito aos originais, o que é um ledo engano. Não é isto que ocorre com as músicas do Maná (são várias as versões não autorizadas) e nem com outros artistas internacionais. No caso da versão de Mentirosa, não sei se houve autorização por parte da banda Elefante, porém não houve até o presente qualquer divulgação da Banda aqui no Brasil, ou seja, a impressão que se dá é que a música foi feita para o Leonardo e que não é uma versão. Infelizmente, a sensação que eu tenho é que nem os artistas nacionais e nem as gravadoras tem interesse em tomar uma posição a respeito desta prática. Fazer o sucesso é o que importa, independentemente da forma como se adquire. Quem conhece a música que sofreu a versão se sente roubado, e com a sensação que o artista brasileiro de alguma forma engana a população, dando a sensação de originalidade quando na realidade de originalidade não tem nada.
E no final das contas ainda os artistas reclamam sobre a pirataria. Não seria a versão de música não autorizada uma pirataria também? Fica a questão.

15 de out. de 2009

Só para alegrar um pouco.

Preciso comentar sobre a modelo que foi mandada embora por ser "gorda" e a photoshada que deram nela antes da demissão, mas vou fazer o post somente no fim de semana, pois aí faço um post melhor sobre o assunto
Mas preciso postar isto antes que eu tenha um enfarte. Vai ser lindo aqui em casa, Ricardo Álamo:





12 de out. de 2009

Que vergonha de ser Brasileira nestas horas

Que vergonha a Maitê Proença nos faz passar em Portugal. Já não chega o Nelsinho? Agora vem ela? Não tenho o que comentar de uma pessoa assim:

Blog da figura. (Dá pra comentar lá)
PS: Vi o fato no Blog da Denise, o Síndrome de Estocolmo.

Mudança editorial permanente ou uma grande estratégia de marketing?

Ontem, enquanto eu preparava o post abaixo, vi um vídeo na TV UOL, onde mostra que a revista alemã Brigitte irá substituir as modelos por mulheres normais em suas revistas (leia-se editoriais de moda) e segundo Chantal, do blog Estórias Daqui, os editoriais terão a participação de famosas(os) e as pessoas normais. Segunda ela, as pessoas normais deverão se cadastrar no site da revista para participar. onde a única regra que é que não deve ser modelo e nem ter vínculo algum com as agências de modelos.
Em um princípio achei ótima a iniciativa, porém comecei a matutar sobre o assunto e bateu um medo de que esta mudança não fosse assim tão grande. Explico melhor:
Qual o critério de pessoas normais que a revista irá utilizar? Seria pessoas com vidas simples, como uma professora infantil, ou simplesmente iria utilizar empresárias, publicitárias e todas estas bem formadas e com cargos bons e que tem a oportunidade de terem condições de ter um corpinho quase como de modelo?
E isto leva para uma outra questão: O problema é ter modelos nos editoriais ou seria o físico das modelos que está provocando esta mudança? Porque se for o físico, corre-se o risco de trocarmos 6 por meia dúzia, pois vamos imaginar que na próxima edição tenha como pessoa normal para o editorial principal de moda a Victória Beckmam que não é nenhum exemplo de pessoa normal (modo de vida e físico), ou seja, não é uma modelo mas é alguém que também não fica próxima do modo de vida das leitoras. Outro ponto a ser levantado nesta questão e que comentei lá no blog da Chantal é a divisão entre editoriais com pessoas famosas e pessoas comuns, pois não adianta ter 200 editoriais de moda com famosas e 1 editorial com uma pessoa comum. Soaria falso e hipócrita.

E isto tudo leva a uma questão, que na minha opinião é a principal:
Será que tudo isto na realidade é mais uma estratégia de marketing do que uma mudança de filosofia da revista?
Infelizmente só teremos como saber qual foi o critério a ser utilizado pela revista nas próximas edições, porque está tudo muito vago ainda e não dá para dar uma posição melhor a respeito.

Agora eu quero a opinião de você que entra aqui no blog.

Hoje faz 37 anos de uma das maiores histórias de superação do homem.

No dia 12 de outubro de 1972, uma quinta-feira, um avião sai do Uruguai em direção ao Chile com 45 passageiros, muitos dos quais estudantes e jogadores de uma equipe de Rugby e na sexta-feira, dia 13, o avião uruguaio cai nos Andes.
Doze morreram no acidente, e os sobreviventes suportaram, além das montanhas formidáveis, trinta graus abaixo de zero durante a noite e também a fome.
Eles tentaram resistir com baixos estoques de alimentos que tinham, na esperança de serem resgatados, mas a esperança acabou quando ouviram em um pequeno rádio, que não haveria mais a busca.
Finalmente fartos com as temperaturas muito baixas, avalanches ameaçadoras e preocupados com a morte contínua dos seus companheiros, dois rapazes decidem cruzar as montanhas enormes para chegar ao Chile.
Assim, em 22 de dezembro de 1972, depois de estarem isolados por 72 dias, o mundo descobre que dezesseis rapazes venceram a morte nos Andes.

Simplesmente amo esta história. Na minha opinião, é daquelas histórias que servem de inspiração para quando achamos que não vamos superar os problemas. Que pra qualquer obstáculo vamos desistir. É só pensar em Nando Parrado e Roberto Canessa (os dois que sairam a procura de ajuda) que me faz mudar de idéia e lutar, lutar e lutar.
A primeira vez que ouvi sobre a história, foi quando passou o filme Vivos! na TV (acho que no Supercine da Globo e nos anos 90) e eu chorei horrores ao final do filme e aí a minha mãe disse que a história era real e que realmente tinha acontecido aquilo. Fiquei fascinada pela história e acho que no ano de 1997 ou 1998, eu descobri o livro "Os Sobreviventes. A tragédia dos Andes" (Li o livro de uma tacada só. Não conseguia parar de ler) que seria o livro oficial do ocorrido e de onde foi tirado o filme. Infelizmente o filme só foca a metade do livro, a outra metade, que fala da luta dos pais dos rapazes em tentar o resgate ficou de fora. Este livro foi o primeiro que me fez chorar. A parte do reencontro entre pais e filhos e quando alguns pais descobrem que seus filhos estão mortos é de cortar o coração. {PS: Eu tenho o livro e o filme}
Atualmente existe um site oficial do grupo: Viven!
Há também os sites oficiais da maiora dos sobreviventes, porém a melhor forma de obter informações é pelo site oficial
.


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