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17 de fev. de 2011

Quando ir à praia não é sinônimo de ficar se assando como carne ao forno


No sábado, dia 05/02/2011, eu, minha irmã, minha mãe e minha tia-madrinha, fomos ao Guarujá para levar o convite de casamento da minha irmã para a minha prima. Por vários motivos, eu e minha mãe ficamos sem ir à praia por 16 anos e só voltamos para este dia.

Chegamos no Guarujá por volta das 11:15 e minha tia, sabendo do período que eu e minha mãe ficamos sem ir à praia, passou com o carro na avenida que fica à Beira-Mar. Depois tivemos a melhor recepção que alguém poder. Foi um recepção aconchegante, de alguém que gostou realmente de nossa visita (Minha prima tinha sido avisada da visita pela minha tia), com crianças maravilhosas (filhas da minha prima, as minhas priminhas) também ansiosas por nossa presença. Mais tarde chega o marido de minha prima que também adora a nossa. Conversamos muito e à tarde, todos (prima, marido da prima, priminhas e tia) vão nos mostrar a cidade maravilhosa que é Guarujá. Fomos para diferentes pontos turísticos dela e olhamos a cidade não com o olhar de quem vai para lá para se assar como um frango no forno, e sim para apreciar a beleza do lugar e conversar.

Às 17:00 chegamos à Praia da Enseada e lá fomos tomar algo no Quiosque do Limeira (Batatinhas-fritas maravilhosas. Quero mais) Conversamos muito, as priminhas brincaram muito (e minha irmã foi até o Mar.e vi um dos mais lindos Pôr-do-Sol da vida e só saímos do local às 21:00 quando o quiosque estava sendo fechado. Ainda voltamos à casa da minha prima, tomamos sorvete e somente às 22:00 e com uma felicidade sem tamanho por um passeio maravilhoso, mesmo estando eu e minha mãe vestidas de calça jeans e sapato voltamos à São Paulo.

Após esta experiência, posse afirmar algo: Você não precisa se torrar toda para aproveitar uma ida ao Litoral. É só tentar ver a cidade como TURISTA mesmo, como um estrangeiro, que não conhece um nada de nada da cidade e ver que o Litoral não é somente Sol e Praia para se queimar ou mar para mergulhar.

Para mais fotos do passeio, entre neste álbum

5 de jan. de 2011

Novela A&R: Quando a primeira impressão é a pior que fica.


Muitos aqui sabem que virei fã MESMO do Cláudio Lins cantor, compositor, ator, diretor, apresentador e empresário (Ufa! O homem é um verdadeiro ser Bombril, mil e uma habilidades!).

E quem acompanha este blog, viu a minha crítica ao final da novela Uma Rosa Com Amor, afirmando que o que segurou a novela e não fez dela um fracasso total, foi a química perfeita entre Cláudio Lins e a Carla Marins, química tão perfeita que era visível até nas fotos promocionais antes mesmo da novela entrar no ar.

Em outubro, um pouco antes do show do Anália Franco, foi anunciado que o Cláudio Lins iria participar da nova novela do Tiago Santiago, e que teria como pano de fundo a Ditadura. A novela já estava me atraindo pelo tema, apesar de ser escrita pelo Tiago Santiago. Foi uma surpresa o anúncio porque Cláudio tinha recusado sua participação na novela Corações Feridos, pois estava cansado e iria focar mais na carreira de cantor. Pois, foi só ter o anúncio de Cláudio na nova novela que começamos uma campanha para ter a atriz Carla Marins no papel de protagonista feminina. Eu sabia que seria bem difícil a Carla aceitar pelo fato dela ter um filho pequeno e a ponte-aérea complica quando se é mãe, e ela mesmo tinha dito que queria ficar mais tempo com a família, dando a entender que daria um tempo na carreira, fato que até o presente momento está se confirmando.

Pois bem, a minha preocupação começou a ser a escolha da atriz para contracenar com o Cláudio, além do fator Tiago Santiago. Minha preocupação era escolher uma atriz que primeiro tivesse a química com o Cláudio e segundo que tivesse força e talento para representar um papel tão forte que é de uma guerrilheira na época da ditadura.
E infelizmente a atriz escolhida, Graziela Schmitt , pelo menos, nas primeiras fotos promocionais da novela entre os dois não houve a química e não me transmitiu a segurança necessária para o papel. Tive a sensação que Cláudio estava desconfortável ao lado dela e o mesmo ocorria com ela. A sensação era que ambos tinham que ficar lado a lado por obrigação, dando aquela sensação que os dois não se dão fora das telas e que por obra do destino tenham que trabalhar juntos.

Tenho conhecimento de causa, pois uma novela que eu acompanhei uma parte, ocorreu este problema de falta de química e segurança da protagonista e a novela ficou totalmente comprometida, virando um fracasso e sofrendo com baixa audiência.

A novela em si sofrerá um acompanhamento maior da mídia até pelo fator Banco Panamericano, pois ela terá um orçamento de R$ 30.000.000,00 previstos, um valor alto para os padrões do SBT, mas também pelo tema em si. Tanto é que já vi em minha timeline no twitter algumas celebridades que tem conhecimento sobre o tema da ditadura comentando sobre a novela, ou seja, nunca uma novela do SBT será tão acompanhada por pessoas influentes como esta, além dos meios de comunicação que estão dando um destaque maior justamente pelo tema Ditadura e uma atriz que não transmita segurança em suas cenas, pode comprometer todo um trabalho e que de uma forma inédita está tendo mais destaque do que o habitual.
Graziella tem que ter em mente que além dos fãs de Carla Marins que óbvio que vão compará-la com a atriz de Uma Rosa Com Amor, ela também será comparada com a personagem Heloisa de Anos Rebeldes que foi brilhantemente interpretada pela Cláudia Abreu, que até ofuscou a Malú Mader na série. Anos Rebeldes é mais lembrada pela Heloísa de Cláudia do que o personagem da Malú, e Amor e Revolução pode ser lembrada pela atuação de Graziella, principalmente se ela for mal.

Com tudo isto, eu começo com os dois pés atrás no momento em que começar a transmissão da novela, pois tem o fator Tiago Santiago e como ele vai conduzir a história, mas também tem o fator química da Graziella com o Cláudio e que não é só o fator química e sim se ela tem talento e força para fazer um papel forte como o personagem exige.

28 de dez. de 2010

Prisioneira de mim mesma - 2° Capítulo

- Meu Deus, quanto tempo eu dormi? E o que aconteceu? Espera, eu fui à faculdade, mas cheguei lá? Eu não consigo me lembrar! E não consigo ver nada e ouvir. – Diz Jully em desespero

......

- Meu Deus, o que vai ser da minha Jully? O que vai acontecer com ela? Se ela morrer, eu não vou suportar esta dor. – Diz um Sr. Antônio abatido e derrotado no sofá da sala do médico.
- Pára de drama homem! A Jully adora dar susto na gente. Parece que você não aprende! – Diz D. Maria, mas que só gosta de ser chamada de Srª Marie.
- Mulher, queria saber quando você deixará de ser tão dura com a nossa filha! Quando que seu coração de pedra irá amolecer um pouco? Nossa filha está em coma! Não é uma travessura de criança o estado dela! – Diz um Sr. Antônio arrasado duplamente, pela situação da filha e pelo comportamento da mulher.

......

- Jully, onde você está? Bom, eu preciso pelo menos tentar ouvir algo para tentar me localizar. - Jully fica concentrada tentando escutar algo. Ela mesma não tem noção de quanto tempo ficou tentando mas acabou dormindo.

......

- Sr. Antônio. Fizemos uma nova ressonância na Jully e consta um leve aumento da atividade cerebral nela. Isto é um bom sinal, porém o estado de saúde dela continua bastante grave e ainda com risco de morte. Em comparação com a primeira ressonância isto é uma evolução, porém teremos que aguardar novas ressonâncias para verificar a sua evolução. – Diz o médico.
- Graças a Deus. Qualquer evolução dela para mim é uma vitória. – Diz um Sr. Antônio mais calmo e aliviado pela filha.
- Não te falei que era mais uma travessura dela? – Diz Maria para o marido.
- Cala a boca mulher! – Diz Sr. Antônio quase gritando se esquecendo completamente que estava em um hospital e que o médico estava ao seu lado. Nervoso, ele sai da sala batendo a porta e vai para a lanchonete para tomar um café e se acalmar da raiva que estava sentindo pelo comportamento da esposa.
- Antonie! Antonie! – Grita Maria para o marido que simplesmente odeia que a mulher o chame pelo seu nome de forma afrancesada.
- Não importa o que vai acontecer com a Jully, mas eu não agüento mais você e seu coração de pedra, a sua arrogância, a sua falta de simplicidade e de humildade. Vou chamar o meu advogado e vou entrar com o processo de separação! Nem com a sua filha em estado crítico você melhora! – Diz um Antônio encoleirado.
- Antonie, pára de escândalo! – Diz Maria completamente impassível para o marido que a olha incrédulo para a mulher que se transformou em uma verdadeira pedra.

......

Jully acorda mesmo não conseguindo enxergar, deduz que está em um hospital, pois ficar tanto tempo assim é sinal de que algo aconteceu. De repente, percebe que está ouvindo algo, mas não consegue identificar o que é. Parece um som contínuo, como se fosse uma máquina ligada o tempo todo, mas muitooooooooo longe dela.
- Que bom, já consigo ouvir um som, mas parece estar tão distante de mim que não me parece que estou em um hospital. Quanto tempo de fato estou assim? E onde eu realmente estou?

Para ler o primeiro capítulo da história, clique aqui

26 de dez. de 2010

Lay Novo UEBA!!!

Finalmente mudei de lay. E o que é melhor. Usando quase 100% dos recursos do Blogger! Até que foi mais fácil do que eu esperava. Em 24 horas ficou pronto o lay. Ainda tem alguns detalhes a acertar, mas a base está pronta.
Agora, preciso do retorno de vocês: GOSTARAM, AMARAM OU ODIARAM?

16 de dez. de 2010

Para o mundo da moda, mulher só usa sandália no verão e bota no inverno.

Como já dito em um outro post, eu sofro de linfedema nos membros inferiores, e um dos efeitos colaterais mais comuns são os pés inchados, principalmente no verão. Os pés ficam inchados como massa de pão quando fermenta.
E isto provoca uma das maiores dificuldades com relação à calçados. Eu simplesmente não consigo usar sandálias ou qualquer outro sapato aberto. Tem que ser sapatos fechados ou os pés gritam e ao final do dia eu praticamente não conseguirei usar qualquer sapato, até o apropriado pois o tanto que incha é algo monstruoso.
Agora eu pergunto: É fácil encontrar sapato feminino fechado (e que não seja para a categoria médica e afins que são da cor branca) para pessoas que como eu sofrem do mesmo problema? EU DIGO QUE NÃO! Simplesmente não existe modelos de sapatos fechados femininos voltados para os pés que incham, porque mesmo os modelos fechados até em cima, por quase todo o pé não são feitos para os pés problemáticos. E a situação não melhora no inverno, pois agora só fazem botas e como a minha perna incha também fica inviável usá-las. E não se encontra nem em lojas especializadas para produtos ortopédicos! Até nestes eu não encontro. 
Eu quero entender porque a moda insiste em dizer o que devemos usar! Será que todo mundo é obrigado a usar somente sandálias no verão e botas no inverno? Será que os pés das brasileiras estão tão padronizados assim?
Sério, a minha dificuldade é tão grande que no ano passado comprei sapatos masculinos que se parecem com os modelos que eu necessito. Só que tem alguns detalhes: Mesmo sendo parecidos eles tem detalhes que mostram que são sapatos masculinos, como o bico quadrado; teve um que tem aquele cheiro característico de sapato masculino e que não sai de jeito nenhum; e o principal, são super pesados, o que para o meu problema é um agravante, pois a minha perna ao final do dia, usando sapato adequado já dói, imagina usando sapatos ultra-pesados.
O que custa para as fábricas de calçados criarem uma linha especial de sapatos voltados para o público especial e que tem problemas de pés inchados? Eu duvido que este mercado seja tão pequeno a ponto de não ser viável ter uma linha específica.
Mas a minha situação também não é das melhores com relação ao tênis. Os modelos, mesmo os de tamanho 39 (meu caso) também padecem do mesmo problema de não ter uma anatomia voltada para o público que tem o problema dos pés inchados. Ou seja, encontrar um que sirva é como ganhar na loteria.
Ou será que a lei que obriga as confecções de roupas a terem tamanhos também voltados para o mercado GG (e que eu aprovo pois também sou GGG) poderia obrigar também as fábricas de calçados a ter uma linha especial para quem sofre de pés inchados e necessita de modelos mais fechados?

11 de nov. de 2010

Escola Jovem LGBT combate ou alimenta o preconceito?

No dia 09/11/2010 vi uma manchete no site do estadão que me chocou de duas formas (link da notícia aqui). Primeiro mostra que a homofobia continua muito forte no Brasil. Que infelizmente a homossexualidade ainda não é aceita pela sociedade e que a intolerância contra a comunidade gay, apesar de toda a luta, continua firme e forte.
Mas o que me deixou mais chocada foi a forma que uma escola está tentando combater a homofobia. Eu confesso que não sabia da existência desta escola até este dia. Bom, pra quem não sabe, a escola é uma escola especial, voltada para o público LGBT. A escola é exclusiva para o grupo.
Na minha modesta opinião a escola é um contra-senso com relação ao combate à homofobia e o preconceito. Lutamos contra o preconceito do homossexual pela sociedade. Lutamos para que o homossexual não seja vítima de violência, que o mesmo seja aceito em qualquer lugar, seja em um shopping, no ambiente de trabalho, em um hospital e junto com os heterossexuais dentro da sociedade, e não de forma excludente.
Pra mim soa estranho esta forma de combate. A escola estaria realmente combatendo a homofobia e o preconceito? Ou estaria acentuando o preconceito contra os homossexuais ao reuni-los em uma escola própria e que é de fácil localização pelos grupos radicais? Não estaria na realidade colocando em risco de violência estes mesmos alunos que a escola teoricamente tentaria proteger? Isto, em minha opinião é como dar combustível para os grupos no melhor estilo Ku Klux Klan.
Combater o preconceito contra o grupo LGBT não é excluí-los da sociedade criando uma sociedade própria e sim lutar para que os mesmo sejam inseridos dentro desta sociedade. Será que os titulares desta escola gostariam que fosse criada uma escola exclusiva para Heterossexuais? No mínimo achariam preconceituoso, passível até de crime por discriminação. Quando fiquei sabendo da criação da faculdade voltada para os afro-descendentes na época de sua criação também fui contra e não porque sou preconceituosa ou qualquer coisa do gênero até porque sou tataraneta de escravos, apesar de ser branca, mas tenho características físicas que comprovam a minha origem. Fui contra porque era uma forma simplista de se combater o preconceito racial. Devemos lutar para que os negros e descendentes tenham acesso à uma boa educação desde o início da vida, que não sejam excluídos da sociedade, que tenham as mesmas oportunidades que os brancos, amarelos, verdes.
Isto de se criar ou escolas ou faculdades especiais acaba sendo o contrário do que lutamos. A sociedade luta sempre contra a segregação seja racial ou sexual e abertura ou de escolas ou faculdades bate de frente com o que pregamos. Já imaginaram se todos os grupos que sofrem preconceitos fossem abrir escolas/faculdades próprias? Daqui a pouco corremos o risco de se abrir hospitais específicos para cada grupo (já imaginaram um hospital só para os Nordestinos? Faria a alegria das Mayaras Idiotas da Vida, ela teria a Faculdade livre para o grupo dela) e aí vamos nos sentir como os negros e outros grupos norte-americanos que eram proibidos de pegar ônibus junto com brancos, ou que não podiam frequentar determinados locais públicos. Temos é que promover a integração total de toda a sociedade, não a exclusão, e por isto sou contra esta escola que está combatendo de forma equivocada a homofobia.
Você leitor do meu blog: Qual a sua opinião a respeito da Escola Jovem LGBT? Ela combate o preconceito sendo exclusiva para o público LGBT? Ou indiretamente provoca o preconceito?

1 de nov. de 2010

Músicas Passa-Fora

Músicas ótimas para cantar para ex's:

Você Passa Eu Acho Graça:

El Rey:

Dois Voando:
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