
Em um princípio achei ótima a iniciativa, porém comecei a matutar sobre o assunto e bateu um medo de que esta mudança não fosse assim tão grande. Explico melhor:
Qual o critério de pessoas normais que a revista irá utilizar? Seria pessoas com vidas simples, como uma professora infantil, ou simplesmente iria utilizar empresárias, publicitárias e todas estas bem formadas e com cargos bons e que tem a oportunidade de terem condições de ter um corpinho quase como de modelo?
E isto leva para uma outra questão: O problema é ter modelos nos editoriais ou seria o físico das modelos que está provocando esta mudança? Porque se for o físico, corre-se o risco de trocarmos 6 por meia dúzia, pois vamos imaginar que na próxima edição tenha como pessoa normal para o editorial principal de moda a Victória Beckmam que não é nenhum exemplo de pessoa normal (modo de vida e físico), ou seja, não é uma modelo mas é alguém que também não fica próxima do modo de vida das leitoras. Outro ponto a ser levantado nesta questão e que comentei lá no blog da Chantal é a divisão entre editoriais com pessoas famosas e pessoas comuns, pois não adianta ter 200 editoriais de moda com famosas e 1 editorial com uma pessoa comum. Soaria falso e hipócrita.
E isto tudo leva a uma questão, que na minha opinião é a principal:
Será que tudo isto na realidade é mais uma estratégia de marketing do que uma mudança de filosofia da revista?Infelizmente só teremos como saber qual foi o critério a ser utilizado pela revista nas próximas edições, porque está tudo muito vago ainda e não dá para dar uma posição melhor a respeito.
Agora eu quero a opinião de você que entra aqui no blog.
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